Mesmo que o EAD já seja realidade a algum tempo para faculdades e cursos profissionalizantes, a educação digital, antes da pandemia da COVID19, não fazia parte da realidade da grande maioria dos alunos da educação básica. Na verdade, mesmo que o princípio sejam aulas remotas, a educação digital implementada durante a quarentena é bem diferente da educação a distância que já acontecia há tempos.
O que se busca hoje nas instituições de ensino é proporcionar aos estudantes, mesmo que a distância, a mesma qualidade de ensino, rotina e assistência que teriam dentro da sala de aula, e não apenas prover conteúdo para ser estudado à critério do aluno.
Continue a leitura e compreenda melhor quais os novos caminhos da educação no mundo pós pandemia.
Mudanças ocorridas na educação após a pandemia
O coronavírus chegou e desafiou a capacidade de adaptação a mudanças dos profissionais, instituições e estudantes. Nesse contexto, vimos uma crescente onda de solidariedade e apoio, para que ninguém ficasse para trás nesse processo. A crise veio mostrou o quanto somos frágeis e interdependentes, e o quanto podemos fazer a diferença no mundo quando nos dispomos a compensar as falhas uns dos outros.
Fazer as compras para os vizinhos idosos, abrir as portas da escola para arrecadação e distribuição de doações etc, são atitudes que se multiplicaram durante a pandemia e que precisam ser alimentadas, pois precisamos ser seres empáticos e colaborativos para sairmos dessa juntos.
Educação 4.0 e Estudo On-line
A instauração da quarentena levou as instituições de ensino para se adequar, de imediato, a uma transformação digital que já vinha ocorrendo há algum tempo em organizações com uma visão mais ampla de futuro. A educação 4.0 deixou de ser uma opção ou um plano para o futuro e se tornou uma necessidade imediata.
Nessa corrida, quem já estava preparado saiu na frente, conseguindo adaptar rapidamente um ambiente digital de aprendizagem que possibilitasse a continuidade do trabalho dos educadores e da rotina dos estudantes.
Escolas que não estavam em dias com as inovações tecnológicas encontraram muitas dificuldades para implementar ferramentas e treinar seu corpo técnico e docente para utilizá-las.
Melhor relação entre escola e família
Já está claro que o relacionamento entre família e escola não será mais o mesmo depois da crise que estamos vivendo. As formas de aprendizagem foram alteradas de modo permanente e a participação da família no processo será cada vez mais efetivo.
O acolhimento deve ser cada vez mais intenso, transformando pais, docentes, gestores e estudantes em uma só comunidade, mais humana, empática e colaborativa.
Essa parceria é vital para que os laços de formados se solidifique e continuem a gerar bons frutos.
Uso da tecnologia à favor do ensino
Autonomia, trabalho colaborativo e entusiasmo são alguns dos valores positivos associados à cultura maker. Ela representa uma fonte de inovação constante, por meio do envolvimento de todos os interessados no processo de criativos e produtivo.
É a tecnologia empenhada em favor da educação, envolvendo o aluno em cada etapa do processo e tornando-o protagonista da sua trilha de aprendizado. Segundo Paulo Blikstein, um espaço maker é marcado pela presença de tecnologia, mas em um ambiente onde ela estimula o impulso criativo dos alunos.
Os estudantes precisam ter a curiosidade e oportunidade de desconstruir e recriar as tecnologias na educação digital, adaptando-as a seus objetivos e necessidades. É a estimulação do processo inventivo, tão importante no mercado atual.
Em escolas que já proporcionam a cultura maker a seus alunos, a adaptação ou ensino digital ocorreu com muito mais tranquilidade, devido a familiaridade dos estudantes com a tecnologia. A tendência é que, mesmo com o retorno às aulas presenciais, a educação digital continue presente de forma permanente na trajetória educacional com a adaptação para o ensino híbrido, unindo o virtual ao presencial.
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